sábado, 18 de dezembro de 2010

17) Começando muito cedo.

Sempre fui precoce e muito atento e interessado por tudo que se referisse a sexo. Estava constantemente junto a grupos de pessoas mais velhas absorvendo conhecimentos sobre experiências vividas e pegando novas informações. Com isso, amadureci mais rápido na infância do que a média. Eu aproveitava todas as oportunidades que surgiam para participar ou mesmo apreciar de momentos eróticos e experiências físicas. Desde cedo minhas preferências oscilavam entre os assuntos relativos aos sexos hetero e homo, e só agora percebo que as brincadeiras sexuais de criança, para mim, eram mais do que a simples curiosidade e as primeiras experiências. Eu necessitava e sentia prazer em brincar com outros garotos. Mas, ao mesmo tempo, sentia a mesma atração com referência às mulheres. Ou seja, a minha condição de bissexual havia se revelado desde muito cedo. E eu gostava disso!!!

Mas, o que realmente marcou minha infância de forma indelével foram as experiências decorrentes do meu relacionamento com um dos meus primos. Na ocasião em que os fatos a seguir aconteceram, eu devia ter entre 8 e 9 anos apenas e meu primo , filho do irmão mais velho de mamãe, tinha o dobro da minha idade. Nós freqüentávamos a casa de MEUS tios quase todos os finais de semana. Meu primo sempre demonstrando reserva, muito calado , com um riso cínico no rosto, aproveitava as ocasiões para puxava assuntos comigo sobre sexo e garotas, acho que testando as minhas reações. Certa vez, ao chegarmos à casa dele, fui ao seu quarto cumprimentá-lo, enquanto meus pais conversavam na sala de visitas. Ele estava de calção e sem camisa, estudando matemática, sentado no chão, com as pernas para baixo da cama e usando a mesma como mesa. Depois de falar com ele, fiquei observando de pé, do outro lado da cama, notando que ele, com a mão livre no colo, se tocava por sobre a roupa com movimentos que eu percebi, sem desviar o olhar. . Notando meu interesse em seus movimentos, continuou a se tocar e me chamou para chegar mais perto para ver o trabalho que fazia. Cheguei, então, para junto dele permanecendo de pé ao seu lado. Enquanto me explicava um exercício de geometria, pois me lembro bem que envolvia a figura de um triângulo com ângulos e medidas, ele apertava mais e mais um volume que aparecia cada vez maior sob o seu calção. Vendo que minha curiosidade aumentava com relação ao volume entre as suas pernas, meu primo pediu para eu ficar mais próximo e ajoelhar ao seu lado. Enfiando uma das mãos pela perna do calção buscou algo lá dentro que parecia ser o responsável pelo volume tão grande. Assim que sua mão saiu pela perna do short, trouxe consigo um cacete coberto por pele bem branca, comprido como uma cobra e ainda não endurecido de todo. Quando me dei conta, eu estava bem perto olhando admirado para o grande pau que ele passou a exibir com orgulho. Foi aí que começou realmente minha primeira experiência sexual, ou seja homossexual! Sentindo que eu estava completamente envolvido pelos acontecimentos e disposto a continuar com a brincadeira, meu primo resolveu partir para a ação pegando na minha mão e levando-a para o seu caralho. No início, segurei quilo meio sem jeito e sem saber como fazer, até que Edmar começou a ministrar minha primeira aula de masturbação. Mandou que eu segurasse sem apertar muito, fez com que eu puxasse a pele para baixo, deixando livre a cabeça avermelhada e úmida. Segurando logo abaixo da glande, ele me ensinou a levar a pele para cima e depois para baixo, em movimentos suaves e contínuos, guiando minha mão até sentir que eu tinha aprendido e já podia tocar punheta nele sozinho. Nesse ponto, o pau dele já havia endurecido muito, estava firme em pé e latejando de prazer. Depois de alguns minutos, ele ficou preocupado que alguém nos surpreendesse e achou melhor parar a sacanagem, mesmo sem ter esporrado. Senti apenas o molhado produzido pelo mel de lubrificação que saía do buraquinho na cabeça do pau.

As nossas visitas à casa dos meus tios continuaram, sendo que certa vez fomos visitar meu primo após uma operação de fimose. De fato o pênis dele tinha muita pele, a ponto de tornar difícil botar a cabecinha para fora e, assim, dificultar também a tocada de punheta. Depois da cicatrização total, Edmar resolveu dar um passo mais ousado. Em um dos fins de semana em que nós estávamos em sua casa, ele me chamou e começou a conversar sobre sexo e me falando sobre como era bom enfiar o pau em alguma coisa apertada e quente. Me levando até o galinheiro que havia no quintal, ele pegou uma galinha que estava no choco e me mostrou seu cuzinho, dizendo que sempre que podia enfiava o cacete no cu de uma das galinhas, mas que agora que seu caralho tinha crescido muito ele ficava com receio de arrebentar o cu da galinha e matá-la. Vendo meu interesse pelo assunto, ele passou a falar de como as crianças brincavam de fazer “meia” dando umas para as outras e que aquilo não machucava nem tinha importância, pois ninguém ficava sabendo. Começou, então, a pedir para experimentar minha bundinha, jurando que não ia doer pois ele entraria bem devagar e só um pouquinho. Perguntei se ele poderia me rasgar e eu acabar morrendo como as galinhas, tendo ele me garantido que não, pois eu era bem maior e poderia agüentar facilmente. Acabei concordando, pois quis experimentar esta nova sensação e ele me levou para um barracão que existia no fundo do quintal e onde meu tio guardava coisas velhas. Lá chegando, ele botou o pau para fora mandando que eu tocasse punheta. Repeti os ensinamentos daquele dia no quarto e, pelo jeito, ele gostou pois seu caralho acabou ficando bem duro. Depois de avaliar se o endurecimento estava no ponto certo, meu primo puxou uma lata grande e quadrada e se sentou, me mantendo de pé na frente dele, arriando meu calção deixando minha bundinha de fora, enquanto cuspia nos dedos para lubrificar a cabeça do pau. Depois, ele botou mais cuspe nos dedos e, abrindo minhas nádegas, passou a molhar bastante a entrada do meu cuzinho virgem. Logo depois recebi a ordem: “Vem e senta aqui.” Cheio de medo, fui arriando a bunda, não sem antes apoiar as mãos nas coxas dele para tentar ter um apoio para interromper a foda caso doesse muito. As sensações experimentadas foram várias : vergonha por estar com a bunda de fora na frente de um homem; um friozinho no cú quando ele separou minhas nádegas ; e o calor da cabeça do pau dele quando arriei o suficiente para ela tocar no meu ânus. Depois começou a arder um pouco, a medida que a cabecinha e o início do corpinho do cacete foram sendo empurradas para dentro de mim. Meu primo estava me sodomizando, mas não me estuprando, pois a relação estava ocorrendo de forma consentida. Ele me mantinha imobilizado passando os braços em volta da minha cintura, guiando meu corpo para cima e para baixo, de modo que seu pau pudesse entrar e sair e sua cabeça pudesse sentir o aperto dos músculos do meu cú como uma punheta bem suave, um carinho bem gostoso. Acho que ele chegou a gozar, pois ao me largar levantei sentindo o ânus dilatado, ardendo como se estivesse assado, molhado com um líquido viscoso e por dentro sentindo como se algo estivesse pesando e querendo sair. Após nos vestirmos de novo, ele me disse para não comentar nada com ninguém e que se alguém ficasse sabendo poderiam brigar muito sério conosco.

O tempo foi passando, nosso segredo permaneceu e as visitas de final de semana à casa dos tios continuaram sem que meu primo tentasse novos assédios. Até que minha mãe pegou uma forte hepatite, não podendo tomar conta de nós três irmãos.Fomos separados nas casas de tias diferentes, sendo que eu fui parar exatamente na casa dos pais do meu primo tarado! E mais, dormindo em um colchonete no chão do quarto dele!!!. Foi como se trancassem o cordeirinho gostoso e suculento logo na jaula do lobo! Por cerca de seis meses, em noites alternadas, eu ora dormi no quarto DO meu primo, ora dormia COM o meu primo. Por muitas vezes, ele chegava da rua lá pelas dez da noite, já com todos recolhidos, depois de nomorar, cheio de tesão, e me encontrava deitadinho e disponível. Na primeira noite ele, já certo de que eu consentiria, chegou ao quarto, acendeu a luz, trancou a porta, começou a tirar a roupa e a alisar o corpo todo. Eu acordei com a luz acendendo e, fingindo ficar de olhos fechados, permaneci com eles semi-cerrados. Surpreso, me deparei pela primeira vez com um homem completamente nu na minha frente, muito peludo no peito, no púbis e nas pernas, e com os culhões e caralho muito grandes e também com muitos pentelhos, pendurados e balançando de forma provocadora e erótica. Imediatamente, minha cabeça começou a funcionar, pensando no que iria acontecer comigo ali trancado e a disposição dos caprichos daquele homem tarado por um garotinho. Sabendo que teria bastante tempo e liberdade para fazer o que bem entendesse comigo, ele , sem nenhuma pressa, ficou se exibindo e acariciando aquele pau imenso, vindo se sentar em sua cama no lado em que estava o meu colchonete, próximo a mim. Não pude deixar de abrir os olhos e acompanhar os seus movimentos, o que fez com que ele pegasse na minha mão e me fizesse segurar aquele cacete já bem duro. Iniciei uma punheta devagar, só parando quando ele ficou muito duro e cheio de vontade de me foder. O próximo movimento me pegou de surpresa! Ele segurou minha mão, interrompendo a masturbação, levantou da cama, pulou por cima do meu corpo e, levantando as cobertas, veio se deitar bem junto de mim. Eu tinha idéia de que as pessoas quando tinham relações sexuais deitavam juntas, um sobre o outro, mas não conseguia prever o que ocorreria daquele momento em diante. Edmar falou bem baixinho no meu ouvido para eu não me preocupar, que ia ser como da outra vez, que não ia doer nada, que ele faria tudo com muito cuidado, que se doesse era só avisar que ele parava e que eu não gritasse nem falasse alto. Enquanto falava, ele foi arriando a calça do meu pijama e alisando a minha bundinha, fazendo eu sentir mais ainda o calor daquele corpo enorme e peludo. Senti que ele tirou completamente a minha calça, passando os dedos molhados de cuspe na entrada do meu cú. A partir daí eu já sabia o que estava para acontecer... E me parecia que não ia ser tão ruim assim. Senti que ele lubrifica também o seu cacete, a estas alturas já prontinho para um boa foda. Em seguida, meu primo separou as minhas nádegas para tornar mais fácil encontrar o lugar certo, encostando e esfregando a cabeça do pau na entrada do meu cu, passando a pressionar com cuidado para consumar a penetração enquanto me mantinha na posição agarrando-me pela cintura com os braços. Ele alternava pressão com momentos de alívio, fazendo com que seu pau fosse entrando bem devagar, enquanto me perguntava a toda hora se estava doendo muito. Pode parecer estranho que um menininho de 9 anos pudesse agüentar um homem de 20 anos, mas o cacete dele era bem grande, grosso na base mas afinando na direção da cabeça, por sorte minha. Assim, as pregas do cu iam sendo abertas aos poucos, dando tempo para se acostumar com a dilatação. Ficamos engatados por bastante tempo, depois que o pau dele entrou o suficiente para que houvesse prazer no ato. Ele tirava e botava no meu cu bem lentamente e depois de um certo momento passou a não doer nem incomodar tanto. Confesso que era até gostoso ficar aninhado na barriga daquele homem, sentindo o calor do seu corpo peludo, imobilizado por aqueles braços fortes e sentindo o ânus aberto e queimando por causa daquela cobra grande que teimava em penetrar no meu corpo. Depois de muito tempo, eu senti que o corpo do meu primo se retesava e seus braços me apertavam muito, como que querendo evitar que eu mudasse qualquer coisa. Logo em seguida, eu sentia seu membro dilatando e contraindo rápido dentro de mim o que produzia uma dor fina na entrada do cu , como se algumas pregas estivessem estourando. Hoje sei que era o momento do gozo, quando o parceiro ativo começa a despejar os jatos de esperma dentro do corpo do passivo. Meu primo permanecia imóvel por alguns minutos e, quando as contrações de seu caralho cessavam, aliviava a pressão contra a minha bunda, relaxava um pouco os braços em volta da minha cintura e deixava que a cobra quente e melada saísse do meu buraquinho bem lentamente. A sensação de alívio era imediata, e eu parava de sentir aquele peso dentro do cu, como se estivesse com vontade de ir ao banheiro. Ele, então, se limpava e limpava minha bunda com sua cueca, perguntando-me se tinha doído muito e aproveitando par verificar se eu tinha sangrado. Depois se levantava e ia para a sua cama dormir aquele sono de macho satisfeito. Eu ficava deitadinho, sentindo o cu dilatado, molhado, assado e doendo um pouco. Mas satisfeito por ter participado daquela brincadeira sacana e sabendo que havia deixado um homem saciado por ter gozado muito e intensamente dentro do meu corpinho. E assim, por várias noites, durante quase seis meses, eu dormi com meu amante, sempre satisfazendo seus desejos sexuais e aliviando seus hormônios masculinos. O único problema é que nos dias seguintes eu ia para a escola com o cuzinho assado e coçando muito. Não podendo ir ao banheiro e coçar direto com os dedos, eu ficava roçando discretamente uma nádega na outra para aliviar o comichão.

Isto aconteceu exatamente como descrevi e é verídico.

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